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Livro "Paisagens de caça - Bulhão Pato" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 15 Maio 2012 21:12

PAISAGENS DE CAÇA - BULHÃO PATO

A Associação dos Armeiros de Portugal continua a lutar pelos interesses e direitos dos seus Associados. A incompreensão e falta de conhecimento sobre os nossos propósitos obriga-nos a estar na primeira linha dos que defendem um estado de direito em que a caça e o tiro possam continuar a ser praticados por todos os que genuinamente amam essas actividades.

Mas as nossas obrigações não se esgotam aí. Numa sociedade cada vez mais egoísta, estamos cientes de que temos também que ser mais solidários com outros valores que não os exclusivamente nossos.

Assim, em 2011 a Associação dos Armeiros de Portugal lançou e apoiou a CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE DADORES DE MEDULA ÓSSEA, que decorreu na Expocaça.

Este ano decidimos apoiar a protecção do nosso Património Cultural, patrocinando em exclusivo a edição deste livro.

Se foi Bulhão Pato que ajudou os portugueses a descobrirem as ameijoas, foi Nuno Sebastião que nos ajudou, com esta colectânea de textos sobre a caça, a descobrir este Bulhão Pato escritor, caçador e gastrónomo, desconhecido de tantos nós

in "PREFÁCIO" de Fernando Seixas

 

"Ritual de paixões e emoções desmedidas, a caça tem sido ao longo de séculos um apelo transversal a todos os estratos sociais e profissionais, e a 'ocupação venturosa mais apreciada pelo homem normal' (Ortega Y Gasset in Sobre a caça e os touros, Ed. Cotovia,1989.) Também alguns dos mais renomeados escritores pátrios influenciados pelo culto de Diana, legaram-nos interessantes episódios venatórios, mas quase sempre dispersos e em quantidade minguada, com excepção de Fausto José em 'É El-Rey que vai à caça' (Imprensa Portuguesa, 1951).

Tal-qualmente Camilo, Aquilino, Torga, Tomás de Figueiredo, Domingos Monteiro, Brito Camacho, também Bulhão Pato, personificação do Ultra-Romantismo em Portugal , infortunadamente não se preocupou em seleccionar e forragear num único volume o que escreveu para nosso deleite sobre a arte venatória.

Apraz-me a mim fazê-lo numa justa homenagem no centenário da sua morte, coligindo e arquitectando o que se encontrou na sua vasta bibliografia, em 'folhas volantes', jornais e revistas da época".

in "NOTA INTRODUTÓRIA" de Nuno Sebastião.

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